quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Everything About Selena 'rehab'

 Foi noticiado que a Selena esteve em rehab mês passado eu li todas as matérias e fiz o seguinte resumo para vocês:

 Selena vem trabalhando a seis anos sem parar, é série, filme, CD, turnê... Então no final do ano passado ela cancelou a parte asiática e australina da Stars Dance Tour, que aconteceria por janeiro. Na época ela disse no instagram que estava cansada e precisava de um tempo para si mesma.
 Na mesma época começaram um rumor que ela teria a lúpus- uma doença séria que afetava a vida das pessoas- e o tratamento estaria desgastando-a, porém nunca nenhum representante ou ela mesma confirmou isso então é um RUMOR apenas, não levem a sério os sites que postam como se tivessem certeza disso.
 No começo desse ano ela se encontrou com Demi Lovato e também com o ex-namorado Justin Bieber nos dias 03 e 04 de janeiro respectivamente. No dia 05 ela foi para a Dawn At the Meadows no Arizona, não por problemas com vícios em drogas ou álcool, mas sim para tratamento psicológico intensivo, como terapias, meditação e coisas do gênero. Ela ficou 2 semanas lá, então deve ter saído lá pelo dia 18/19.
 Desde de então eu-e outros selenators- achamos ela com uma aparência bem melhor, e seus representantes falaram que agora ela está melhor do que nunca.
 Rumores dizem que em parte ela também foi se tratar por causa de Justin, que o relacionamento com ele foi intenso e acabou machucando-a e atrapalhando sua vida com sua família e amigos, mas isso não foi confirmado.
 Também sabemos que ela já está com novos projetos, um possível filme novo e outras coias para vir, então eu acho que foi algo pro bem dela e mal posso esperar pelo ano que está apenas começando! E vocês?

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Everything About Dream Out Loud

 Dream Out Loud é a linha de roupas da Selena, que estreou em 2009 nas lojas K-Mart. A Nova coleção 2014 da linha da Selena está para estrear veja a seguir as fotos que já sairam:




A primeira foto não é da nova coleção, mas sim a propaganda da atual que está sendo posta nas revistas nos EUA
Lembrando que você pode achar a linha da Selena no Brasil nos supermercados Walmart, Big e Hiper

Everything About Neon Lights Tour

 A nova turnê da Demi vai passar pela a America do Norte e América Latina a partir de fevereiro!!:



Datas:
09/02- Vancouver, Canada
11/02- San Jose, California
13/02- Anahein, California
15/02- Glendale, Arizona
17/02- Grand Prairie, Texas
19/02- Houston, Texas
21/02- Atlanta, Georgia
23/02- Charlotte, Carolina do Norte
25/02- Sunrise, Florida
26/02- Tampa, Florida
01/03- Carmen, New Jersey
02/03- Fairfax, VA
05/03- Worcester, MA
07/03- East Rutherford, New Jersey
08/03- Wallingford, Connectcut
09/03- Wallingford, Connectcut
13/03- Auburn Hills, Michigan
14/03- Rosemont, Illinóis
16/03- Omaha, NE
18/03- St. Paul, Minnesota
20/03- St. Louis, Missouri
22/03- Columbus, Ohio
23/03- Grand Rapids, Michigan
26/03- Toronto, Canada
27/03- Cleveland, Ohio
29/03- Nashville, Tennesse
30/03- Indianápolis, IN
23/04- São Paulo, Brasil
24/04- São Paulo, Brasil
25/04- São Paulo, Brasil
27/04- Rio de Janeiro, Brasil
28/04- Rio de Janeiro, Brasil
30/04- Brasilia, Brasil
01/05- Belo Horizonte, Brasil
03/05- Porto alegre, Brasil
06/05- Buenos Aires, Argentina
08/05- Santiago, Chile
16/05- Cidade do México, México
17/05- Monterey, México

Ensaios:

Setlist (não confirmada):
Something That We're Not - Com dançarinos
You're My Only Shorty- Com Dançarinos
Give Your Heart A Break- Com Dançarinos
Fire Stater- Com Dançarinos
Really Don't Care- Com Dançarinos
Quiet + Remember December
Two Pieces + Don't Forget
Heart Attack- Com Dançarinos
Made In The USA- Com Dançarinos
Without Love
Heart by Heart + In Case
Nightgale + A Thousand Years (Christina Perri Cover)
Skyscraper
Solo + Here We Go Again
La La Land + Get Back
Stronger (Kelly Clarkson cover)- Com Dançarinos
Unbroken- Com Dançarinos
Neon Lights- Com Dançarinos

Outros:
+ Cher Lloyd, Little Mix, o DJ Cole Plante e 5 Harmony são as artistas de abertura para parte dos EUA da turnê.
+ O preço ingresso médio na turnê é de 176 dólares (cerca de 352 reais).
+ O Meet & Greet custa 250 dólares e no Brasil 700 reais.
+ Demi a pedido dos fãs cantará Belive In Me nos Soundchecks!!! (veja o vídeo)
+ Se para a divulgação do single Neon Lights Demi estava com o cabelo azul, agora para turnê ela pisntou de rosa choque:
+ No dia 25/01/14 foi gravado os vídeos que estarão nos telões da tour, dirigido pelo diretor de Made }In The USA e The Neon Lights:
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+ Collins Key, um mágico que estará na tour em alguns shows postou este vídeos com a Demi, nos bastidores das gravações dos vídeos:
+ Demi postou um keek dela treinando no apartamento dela a música Nightigale:

Rehearsing for my #NEONLIGHTSTOUR!!!!!! Spread the word!!! This is a show you do NOT want to miss!!!
Jan 30, 2014| Source: Keek.com
+ Nick Jonas é o diretor musical da turnê, ele preparou novos acordes para as canções e vai comparecer em alguns shows da tour!Ele deu algumas entrevistas com a Demi no dia 06/02:
Clique Para Ampliar essa Imagem
+ Foi divulgada uma prévia dos vídeos que estarão nos telões durante a tour, Demi disse que tem uma para cada música:

+ Jessi Dacri produtora cinematográfica acompanhará a tour, oque nos leva a creer que teremos um filme ou um DVD ao vivo dessa turnê!!!

TNLT- BRASIL COMPRE AQUI OS INGRESSOS E AQUI SOUNDCHECK E MEET & GREET

Everything About Miley in W Magazine


 Miley é capa da W Magazine também!!! E fez um shoort tanto diferente pra essa:


Ela é legal, ela é escandalosa,” Kristal, de 13 anos com bochechas vermelhas, grita por cima do barulho. “Eu adoro o cabelo dela,” diz Megan, de 12 anos que estava do lado dela. “Ela é uma vadia,” declara Kaylee, uma adolescente de 14 anos mal-humorada com um cabelo desbotado magenta e com a boca cheia de chiclete. “Estou aqui pela Ariana Grande.” Pelo que eu saiba, ela está se referindo a uma fonte do Microsoft Word ou um novo tipo de café. Essa não é a minha praia. Eu estou no lado opressivo do Staples Center de Los Angeles, com as malas prontas nessa noite de dezembro para o Jingle Ball, uma série de shows com artistas pop do momento. Kristal e Morgan são Smilers, como os fãs de Miley Cyrus se chamam. Alguns carregam a chama deHannah Montana, o papel no Disney Channel que a fez estrela. Outros preferem o papel mais arriscado apresentado em 2013 com o álbum Bangerz. Mas todos estão devotados, esperando por horas por um vislumbre de Cyrus.
No palco, as luzes brilham. Flashes vermelhos saem de uma máquina de fumaça. Cyrus, em um maiô de duas pesas cavado o suficiente para precisar de depilação intensa, aparece. Atrás dela, um homem negro alto aparece em uma fantasia de árvore de natal que Miley vai derrubar depois, apontando para o traseiro da mulher e sacudindo sua língua para a audiência. Do lado dela, uma pequena pessoa aparece com um collant prateado com peitos de isopor em forma de cone. Cyrus se ajoelha e os aperta de brincadeira. Dezoito mil pessoas explodem alegria. “Ai, meu Deus,” Kristal se encolhe, quase chorando. “Eu a amo!
Eu não amo crianças,” uma Cyrus cansada me conta na noite anterior ao show, fumando um cigarro. Nós estamos em sua sala de estar, sentados em frente a uma lareira de pedra branca no estilo moderno. Tem três lareiras em sua mansão nas colinas de Los Angeles, que é escondida por grandes portões e monitorada por incontáveis câmeras de segurança. Uma camiseta listrada branca e preta da Chanel cobre sua figura fina. Com franjas caindo pelo seu rosto sem maquiagem, a performer parece vulnerável, imatura. Somente a palavra “bad” em vermelho e em negrito em seu dedo do meio da mão direita – uma de suas vinte e uma tatuagens, número que contamos da última vez – trai a imagem que ela vai mostrar na próxima noite. Ela acabou de fazer 21 anos.
Eu comecei a responder, mas Cyrus não estava ouvindo. “Eu não gosto deles porque, quer dizer, eu acho que estava no meio de muitas crianças em certo ponto – porque eu estava em volta de muitas crianças.
Uma conversa com Cyrus parece mais com uma experiência fora do normal. Ela é Molly Bloom – a personagem de Ulysses que se aproxima de James Joyse em um capítulo sem pontualidade – para o set Instagram. Ela raramente recupera o fôlego. Cyrus fala a linguagem de sua geração: ela é uma mensagem de texto humana.
Elas são muito más,” ela continua. “Às vezes eu escuto as crianças com seus pais, e eu quero ir até lá e, tipo, bater neles eu mesma… Tipo se eles me conhecessem, eles iam ficar tipo, ‘Mãe, você não sabe como usar um iPhone? Tipo, você pode tirar a foto?’ Eu fico tipo, ‘Cara, se eu falasse com a minha mãe assim quando eu era uma criança, eu não teria telefone, computador, TV, nada.’ Então é, as crianças são simplesmente más.
Cyrus recebe muitas coisas ruins por esses dias. Ela tem 16.7 milhões de followers no Twitter e cada dia sua feed está recheada de maldade. (Cyrus: “Eu. Odeio. Fazer. Malas” resposta do Twitter: “tenha câncer.”) Ela é a personificação da nova geração da fama. Ela curte e carrega a custa da mídia intrusiva; de um público que precisa dessa intrusão; e de uma rede que tem espaço para todos nós, celebridades ou não, vistas pelo microscópio. Cyrus diminui o volume da voz de um jeito conspiratório e me diz, “Eu acho que com, tipo, Instagram, Twitter, tanto faz, todo mundo é um paparazzi agora. Quão assustador é isso? Tipo, você nunca está segura.” Até pessoas normais, Cyrus diz, “Eles acham que podem, tipo, falar sobre você como se soubessem quem você é. Especialmente porque eu cresci nisso e tipo você cresceu nisso, também, tem um senso de direito.” Ela não está errada sobre os paralelos: nós dois crescemos com artistas, os dois levados em direção ao trabalho em nossos próprios termos.
Cyrus prosperou nesses holofote desde cedo, primeiro como filha do famoso cantor country Billy Ray Cyrus.Destiny Hope, como Miley foi batizada, nasceu em 1992, o ano em que “Achy Breaky Heart” de Billy Ray chegou ao topo das paradas. Em uma fazenda de 500 hectares em Franklin, Tennessee, ela e seus cinco irmãos passaram longos dias de verão ao ar livre. “Nós nunca ficávamos lá dentro, e nunca usávamos sapatos“, ela lembra. “Eu acho que é por isso que eu não gosto de usar nenhuma roupa e estou sempre nua“. Cyrus está perto de sua mãe, Tish , que administra sua carreira. “Eu nunca tive , tipo, uma babá que cuidou de mim“, relata Cyrus. “Minha mãe sempre me alimentou no café da manhã, almoço e jantar.” Mas os pais dela também serviram como um exemplo do que não fazer, começando com confiar muito facilmente. “Meu pai , tipo, ele é o homem mais confiante no mundo“, diz ela. “Ele confia em todo mundo, profundamente, até que ferrem com ele de novo. E minha mãe também não detém rancores. Ela é realmente assim sabe, na primeira vez, a culpa é sua -” Cyrus faz uma pausa, uma ocorrência rara. Ela franze a testa. “Aquilo sabe? Na primeira a culpa é sua, na segunda.. algo assim.”
Me engane a primeira?” Eu lembro, mas Cyrus está falando novamente.
Ela vai deixar alguém ferrá-la duas vezes, e, em seguida, ela vai mandá-lo embora, e então ela meio que esquece. E eu costumava ser assim. E agora eu só deixo isso guardado minha mente.
Outras influências dos anos pré-fama de Cyrus incluem seu avô Ron Cyrus, um legislador do estado de Kentucky, que inspirou uma sequência de contracultura (“Para ser um democrata em um estado super conservador, ele tem que ser louco, porque as pessoas olham para você como se você fosse algum tipo de pecador“, diz ela) e Dolly Parton, madrinha de Cyrus. (“O que eu amo sobre Dolly é ela diz oi para a pessoa que está fazendo a restauração do set antes mesmo de falar com o elenco.“)
Aos 9 anos, Cyrus já havia conquistado seu próprio holofote, aparecendo em um pequeno papel no programa de televisão de seu pai, Doc. Três anos depois, aos 12, ela conseguiu o papel na TV que faria dela uma estrela: a melhor amiga de cada criança da América, Hannah Montana. Lee Shallat Chemel, que lançou Cyrus nesse papel, lembra que a atriz quando criança era verde, mas ideal. “Eu nem mesmo cheguei a esse ponto“, ela comenta. “Eu fui muito aberta e muito disposta a ir em frente.” E ela conseguiu. Cyrus se tornou uma dos mais rentáveis ​​estrelas da Disney. A franquia Hannah Montana deu a companhia 1 bilhão de dólares ao longo do curso de sua corrida entre 2006-2011.
Mas a fama trouxe um julgamento cada vez mais duro. Em 2008, uma Cyrus com 15 anos escandalizou seu público, vestindo o que parecia ser nada mais do que uma folha em fotografias tiradas por Annie Leibovitz para aVanity Fair. (“Eu me sinto tão envergonhada“, disse Cyrus no momento. “Peço desculpas aos meus fãs, que me interessam tão profundamente.“) No ano seguinte, um pole dance em uma premiação levou a uma embreagem coletiva de pérolas. Pouco tempo depois, ela encontrou-se nas manchetes novamente quando um vídeo seu fumando em um bong caiu na internet.
O interesse do público na imagem pessoal de Cyrus nunca falhou, mas como magia, a capacidade dela de capitalizar sobre isso o fez. Seu álbum de 2010 com a Disney, Can’t Be Tamed, provou seu eu bem menos sucedido. Tentativas intermitentes para o arranque de sua carreira de atriz balbuciaram. Então, 2013 chegou, e com ele, um reinvento radical de imagem – sem desculpas necessárias. Dançando em um biquíni de látex de cor de pele em sua performance infame no Video Music Awards, balançando nua em uma bola de demolição em seu clipe mais popular, e proporcionando algumas selfies íntimas via mídia social, Cyrus sitiou a consciência do público. No final do ano, ela era a pessoa mais pesquisada na América.
Cyrus também reinventou sua música. Ela contratou um novo empresário musical, Larry Rudolph, famoso por orquestrar a carreira polêmica de Britney Spears. Ela montou uma equipe poderosa de produtores, incluindo hitmakers confiáveis ​​como Pharrell Williams e Doctor Luke e a revelação Mike Will Made it. Isto, também, valeu a pena. Bangerz atingiu o topo da Billboard 200, e Cyrus foi ganhando crescente respeito crítico. “Eles fizeram uma lista na revista Rolling Stone com os melhores álbuns de 2013“, diz Cyrus, dando uma tragada de cigarro. “E o meu álbum foi um deles! Eu imprimi aquilo. Eu me doou para que coisas assim aconteçam. ”
Cyrus insiste que sua imagem provocativa é calculada. Em parte, ela me diz, é uma resposta ao que ela vê como uma falta de autenticidade em seu grupo de concorrentes. “Eu simplesmente não entendo o que metade das meninas estão vestindo. Todo mundo me parece uma Vanna White. Estou tentando dizer as meninas ‘Foda-se isso. Você não tem que usar maquiagem. Você não tem que ter cabelo longo e peitos grandes. Não é disso que se trata. É, tipo, estilo pessoal.’ Eu gosto que estou associada à sexualidade e às coisas rock-punk onde nós simplesmente não nos importamos com isso. Como Madonna ou Blondie ou Joan Jett – Jett é a única que eu ainda fico um pouco trêmula perto dela. Ela fez o que eu fiz de uma forma tão louca. Quero dizer, as meninas, até então, não deveriam usar calças de couro e, tipo, arrasar pra caralho no rock. E ela o fez.
Mas Jett não cresceu na era da mídia social. Cyrus está quase sempre debaixo do fogo, e isso não é só o bullying sem sentido no Twitter. Recentemente, ela tem resistido à acusações mais graves, que ela explora seus dançarinos, como a mulher negra em seu show no Jingle Ball .
O site The Guardian chamou a sua utilização de dançarinos negros e o foco em suas extremidades traseiras “um show de menestrel“. Uma coluna no site de cultura Jezebel.com, visto mais de 746.000 vezes, acusou Cyrus  de “usar os negros como acessório.” Amazon Ashley, a performer burlesca que é está no video de “We Can’t Stop” e usava o traje da árvore de Natal, defende as performances. “Eu digo, ‘Bah, mentira’ isso“, diz ela aos críticos. “Miley me trata com o maior respeito. Twerking é o que eu faço. É o que eu gosto, é quem eu sou.
O uso de pessoas pequenas de Cyrus, provocou um rancor ainda mais profundo. Hollis Jane, que apareceu vestida como um ursinho de pelúcia na performance no VMA de Cyrus, escreveu depois que “estar pé no palco, naquele traje foi um das coias mais degradantes, eu estava sendo vista como um suporte, como algo menos que humano.” Brittney Guzman, a pessoa pequena que foi contratado após a saída de Jane e apareceu na performance no Jingle Ball de Cyrus, rejeita as queixas de Jane como uma forma para chamar a atenção. Ela diz que o uso de Cyrus em seu corpo vem de um afeto fraternal. “Quando ela agarra meus peitos, estamos apenas nos divertindo“, diz ela. “Não é degradante.” Ela me conta sua mímica rotina fora do palco. Depois dos shows,“as vezes, ela toca no meu peito, e ela falar tipo, ‘Oh, sim, eu só queria agarrá-lo”… Ou ela falar tipo,’Da próxima vez eu vou pegar sua bunda… porque Brittney tem a maior bunda de todas.
Quando perguntada sobre as críticas, Cyrus simplesmente diz: “Eu não dou a mínima. Eu não sou a Disney, onde eles têm tipo, uma menina asiática, uma garota negra, e uma menina branca, para ser politicamente correto e todo mundo usa camisetas coloridas. Sabe, é tipo, eu não estou fazendo uma afirmação. Qualquer um que odeia você é sempre abaixo de você, porque eles estão com inveja do que você tem.” Cyrus parece ter desenvolvido uma capacidade sobrenatural de agitar as coisas. ( “Eu tenho dificuldade em ouvir“, ela admite.) Isso vale tanto para as críticas e à outras pessoas. “Eu tenho um monte de gente que eu posso ligar para sair, mas eu tenho muito poucos amigos, se isso faz algum sentido“, ela me diz. “Tipo, eu apenas não conto qualquer coisa para um monte de gente. Todo mundo é sempre assim, ‘Você é tão duvidosa.‘”
Ela admite que a sua relutância em confiança fez com que namorar seja preocupante desde que ela e o ator australiano Liam Hemsworth terminaram o noivado de um ano, em setembro passado. “Garotos assistem muita pornografia“, ela diz, distraidamente cutucando um iPhone brilhante. “Aquelas garotas não existem. Elas não são garotas reais. E isso é o mesmo que a gente assistindo romances. Isso é pornografia de meninas, porque tipo, esses caras não existem. ” O tipo que existe, ela continua,” apenas se esforçam demais comigo, e é como, ‘Eu não preciso que você me impressione. Eu não quero que você, tipo, me leve a um restaurantes de luxo.’ Eu odeio me sentar para o jantar!” O tom de Cyrus começa a soar acusativo, embora eu não tenha a levado para nenhuma refeição, sentado ou não. “Você não tem que fazer isso comigo! Você não tem que me levar pra viajar! Eu literalmente quero apenas relaxar aqui!
Ela se recompõe: “É por isso que eu tipo, não estou tentando entrar em um relacionamento… Eu amo tanto a minha música, e eu amo muito o que estou fazendo, tanto que se tornou a minha outra metade, em vez de outra pessoa. E então sim, eu senti que eu tinha que ser capaz de ser 100% -oh, oi, Maya.” Uma mulher asiática baixinha chegou perto de Miley. “Estou fazendo uma pequena entrevista,” Cyrus explica. “Mas você pode arrumar as coias aqui, se quiser.” Ela se vira para mim. “Esta é Maya. Ela faz minhas unhas.
Eu nunca saio de casa“, explica Cyrus. “Por que ir ao cinema? Eu tenho uma TV enorme. Temos um chef aqui que faz uma ótima comida. Nós não precisamos de sair. Apenas prefiro estar aqui onde estou completamente trancada.” Eu olho ao redor da sala. O sol está se pondo em Los Angeles, os últimos raios de luz rastejam pelo chão manchado de carvalho escuro. A decoração moderna é pontuada pelo ocasional detalhe da Nova Era, como a gigante cabeça de Buda na fonte da garagem. Na garagem estão a moto de Cyrus, uma Mercedes S clas branca, um Porsche e um Maserati, mas com os paparazzi do lado de fora, Cyrus diz, sair exige planejamento. Ela revela uma nota de ânsia quando eu falei que eu estou prestes a partir para uma missão no Quênia.
Eu quero ir para o Quênia.“, diz ela.
Digo-lhe para ir: “Não é brincadeira. Você pode fazer isso.
Quênia é o meu sonho“, diz ela. “O Quênia é o meu sonho total. Eu queria não estar em Minneapolis semana que vem, eu gostaria de poder estar no Quênia.
Sua imaginação está correndo em desordem agora. “Eu quero ir para a Islândia“, diz ela.
Sim!” Eu concordo. “Eu nunca estive lá.
Vamos fazer uma viagem à Islândia… e eu quero ir para a Noruega… Alguém me disse que a luz lá é muito linda…
Se Cyrus for ao Quênia, Islândia ou Noruega, provavelmente não vai ser para uma aventura. E isso definitivamente não vai ser em breve. Este ano ela estará passando pela América e Europa para sua Bangerz Tour, que começará em meados de Fevereiro. “Eu amo estar, tipo, na estrada“, diz ela, iluminada. “Eu só quero fazer música.
A música é o único contexto em que eu testemunho Cyrus ouvir perfeitamente, profundamente, totalmente. Quando eu digo a ela que eu trabalhei como cantora e compositora, ela pede para ouvir a minha colaboração com um músico cujo material ela já fez cover. Ela coloca o auto falante do meu telefone no ouvido por três minutos e meio. “Este refrão é foda“, diz ela, balançando a cabeça com a batida. “Porque os versos são mais pop, mas são legais, e o refrão soa tão old-school…” Em poucos minutos de música, ela me fez mais perguntas do que ela tem feito em horas de conversa: sobre letras, melodia, inspirações.
As próprias influências de Cyrus estão em contraste gritante com o pop hiper produzido do Bangerz. Mais tarde, nós nos debruçamos sobre sua coleção de vinil, tirando a poeira do rock psicodélico de sua banda favorita, Pink Floyd, e os padrões de Dolly Parton, Bobby Vinton, e Irma Thomas. Em 2012, Cyrus gravou uma série do que ela chama de “Backyard Sessions“, com sua banda, apresentando seus vocais poderosos em covers como “Jolene“, de Parton. À menção de um recente sucesso por uma proeminente princesa do pop, Cyrus enruga no nariz. “Oh, Deus! Essa é a pior. Eu não poderia imaginar que você está fazendo um álbum que soa desse jeito.” Mesmo quando criança, ela tinha uma confiança criativa singular. Ela se lembra de lutar com um produtor em seus dias de Disney, porque ela pensou que ele estava “se vendendo.” “Eu fiquei, ‘Por que diabos você está fazendo isso?‘”. Ela colocou os dois em lágrimas a um ponto em que “eu fiquei tremendo. Eu sou muito intensa assim mesmo.
Parte de seu poder, Cyrus sente, está em não ter nada a provar. Aos 21 anos, ela conseguiu transformar-se em um rolo compressor duas vezes. “Você sabe, eu já fiz o meu dinheiro. Se ninguém comprar meu álbum, legal. Está tudo bem. Eu tenho uma casa, e eu tenho cachorros que eu amo. Eu não preciso de mais nada “, diz ela. Em sua opinião, isso é um luxo que tem levado à lendas que ela mais admira. “Talvez eles sejam bem sucedidos porque não tenho nada a provar. Eles só estão fazendo isso porque eles adoram. Espero que eu seja como Dolly – continue nisso até os 75.
Além da música, Cyrus está se expandindo seus interesses. Depois de sua separação, ela me diz, ela pediu que Diane Martel, a diretora responsável por ‘We Can’t Stop‘ de Cyrus e ‘Blurred Lines‘ de Robin Thicke para “me afogasse completamente em novos filmes, livros e arte. Eu morava em Nashville, onde essa merda não está acessível.” Nós folheamos um livro de fotografias de Cindy Sherman. “Veja isso”, diz ela, quando chegamos à figura #276, em que o artista se apresenta como uma espécie de Cinderela suja. “Lady Gaga certamente tirou isso daqui.” Cyrus encontrou seu gosto em filmes, também. Ela me diz que assistiu o filme de Tom Cruise ‘Days of Thunder‘ por três noites seguidas. Ela também está recém encantada com a versão cinematográfica de ‘A Streetcar Named Desire‘. “Eu sou a Blanche de T, completamente psicopata“, ela balbucia alegremente. Eu fico olhando para ela. Eu literalmente não consigo imaginar ninguém menos que a frágil e perdida Blanche DuBoi de Tennessee William. “Toda vez que eu a via “, ela continua, “eu fica sempre ‘Eu sou ela!’”. Se Cyrus é uma performance  de Vivien Leigh, é Scarlett O’Hara nas primeiras cenas de E o Vento Levou. Ela é impetuosa, bela, mais inteligente do que muitos lhe dão crédito, lenta para ouvir, rápida para falar, habituada a usar sua sexualidade para seus próprios fins.
Quanto ao mundo para além das artes, Cyrus é desconfiada. “Notícias meio que me dão um pouco de ansiedade“, ela me diz. “Então, eu sou pouco política.
Ela está relutante até mesmo para participar da conversa nacional sobre a legalização da maconha, embora ela tenha se tornado uma peça central de sua imagem. “Eu te amo, maconha“, ela me diz. “Eu adoro ficar chapada.” Mas ela está menos interessado em política do que em controle de qualidade. “Eu só quero que volte a ser como era, orgânica, uma boa maconha.
Tentando acoplá-la em outros eventos atuais, eu venho de mãos vazias. Quando ela me diz sobre o dia Ação de Graças com o clã Cyrus, seus irmãos “literalmente, entraram em uma briga sobre aliens,” eu pergunto: “Imigração?
Sim. Aí ele…
Onde a família fica nisso?” Eu pergunto.
Bem, meu irmão mais velho está obcecado com todos esses documentários proibidos. Ele está convencido que é o governo que não quer que saibamos sobre alienígenas, porque o mundo tipo, surtaria.”
Oh,” eu digo, percebendo que houve um mal-entendido. “Alienígenas literalmente.”
E por isso o meu irmão mais novo fica, ‘Isso é completamente falso.’”
Diga ao seu irmão que eu trabalhava para o governo e não vi alienígenas.
Eu não tenho tanta certeza“, diz ela, dizendo-me que uma vez ela viu luzes suspeitas no céu, nas Bahamas. “Meu pai me disse que era um satélite. Mas a forma como ele desapareceu foi muito estranho. ”
Eu acho que foi um satélite,” Eu falo.
Apesar de sua falta de interesse na política, Cyrus me diz que quer ter um impacto sobre alguma coisa. Ela corre através de idéias seriamente. Bem-estar animal (“Tipo, todos os meus cães foram adotados e são incríveis“), assédio moral (“Eu realmente quero que as pessoas não tenham medo“), purificação da água (“Eu acho que a água é, tipo, uma coisa muito importante“), o meio ambiente (“Eu estou tão assustada que o céu não vai ser mais azul. Vai ser preto de tanta merda“). Se há uma coisa que Cyrus tem que fazer, é descobrir o que ela representa.
Eu desliguei o meu gravador e encostei a cabeça na porta verde da frente. Sua madeira sólida é dividida por quatro painéis estreitos de vidro, agora embaçados, obscurecendo o mundo exterior. Espio para fora e, em seguida, abro-o. Enquanto eu caminho para o frio da noite de Los Angeles, Cyrus me chama. Tínhamos conversado sobre livros favoritos, e agora ela me pede uma lista de leitura. “Nada muito pesado“, ela acrescenta rapidamente. “Nada chato.
Fonte | Tradução: Equipe MileyBR.com
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O MileyBR Ainda legendou um vídeo dela pra revista:

Everything About Miley in LOVE Magazine


 Miley é capa de março da LOVE Magazine, do Reino Unido, veja a entrevista e as fotos a seguir:


Miley Cyrus pisa fora do estúdio de fotos para sua capa no exato momento em que combinamos de sentar e conversar sobre seu ano de transição. Na história popular sobre seu conto, a Miley de 2013 completou 21 anos numa metamorfose de queridinha da Disney em uma cifra para o colapso da civilização ocidental, ou pelo menos à ala feminina do ocidente. Talvez devido a profundidade dessa mudança e a estrela querendo mergulhar em apresentar sua própria leitura, seus representantes perguntam educadamente se eu me importaria de reorganizar a entrevista para dois dias depois. Miley está sentindo falta de seus cachorros em Los Angeles. Ela está cansada. Eu posso perceber ela ouvindo distraidamente o cabeleireiro perguntar se ela quer que ele lave a tinta vermelha de seu cabelo que foi pintado para as fotos. Ela explica que pode fazer sozinha no hotel.
Na semana anterior, Miley havia viajado da cidade de onde vive, L.A., para Londres, Amsterdã e Berlim. Isso foi oito dias antes de seu aniversário, o qual ela disse que iria comemorar fazendo nada. (“Eu sou a maior perdedora de todos“), e depois fazer uma performance no American Music Awards. Ela recebeu o prêmio de Melhor Vídeo por sua balada sensacional, “Wrecking Ball“, no MTV Europe Music Awards, em Amsterdã. Em um vestido prateado ela cantou “We Can’t Stop“, música que iniciou sua carreira adulta. Ela aceitou o prêmio que foi entregue por Will Ferrell usando uma roupa cavada branca, uma clutch da Chanel e acendeu um baseado no palco. Os gritos da plateia são de aprovação.
Em Berlim ela fez uma performance de “Wrecking Ball” no maior programa da Alemanha, Wetten, Dass..? em um roupa de morangos vintage da Moschino e seu cabelo em duas maria chiquinhas. Talvez esperando que ela fosse agir de uma forma “malcriada” por causa de sua nova pessoa, ela disse que os produtores da TV estavam confundidos pelo conceito. “Eu estou tentando explica-lo – em inglês e ele é alemão – o porquê do morango. Eu estava tipo ‘todo o show foi criado pensado no meu vestido de morangos e o telão cheio de morangos, tem que ser assim.’ E as expressões que deles eram de “essa pessoa é louca”. Mas eu vejo que o que tudo vai ser tornar uma história. Na minha cabeça eu penso que os morangos estão estourando então é como se o Fruit Ninja entendesse como meu coração sente, é profundo mas engraçado.” Em Londres, ela estava programada para uma performance no The X Factor e quer miniaturizar o grande e brilhante palco em algo mais íntimo, para pará-lo de parecer outra má imitação do palco do Oscar. Ela preparou uma imagem instável para o telão e trouxe junto uma referência de iluminação amarelada, inspirado em seu vestido para a performance, um Marc Jacobs ouro que vai até o chão.
Como sempre acontece com estrelas da música pop no meio de uma intensa corrida promocional, Miley Cyrus está começando a ficar um pouco entediada com ela mesma. “Tudo tão pensado é cansativo“, diz ela.“Eu sinto como se eu estive em todos os lugares. E eu não estou falando de tabloides. Houve uma noite em que eu estava no Jimmy Kimmel às 11 horas e, em seguida, estava no Good Morning America às seis da manhã. Literalmente, eu não dormi. Foi como uma brincadeira: “Miley não vai dormir esta noite, por isso, veja como ela é boa em se apresentar depois de não dormido.
Na consciência popular, o 2013 de Miley foi definido por sexo, drogas e twerk. O poder viral de sua primeira performance pós-Disney no Video Music Awards da MTV no dia 25 de agosto foi surpreendente. Quando você vê esse momento de choque mundial, os produtores esperam que o truque venha ser realizado novamente e novamente. “Quando eu vou em programas matinais, eles – em vez de me dar um maldito bom-dia – já vê falando “Nós vamos fazer uma festa com twerking, e você vai julgar um concurso twerk!” Eu fico tipo: “Não, eu não vou fazer essa porra.” Você não pode me pagar o suficiente para fazer isso. Literalmente.” Mais tarde, ela se qualifica sobre isso. “Realmente, quando as pessoas pensam nisso, a primeira coisa que pensam é em mim, e eu sou apenas esta menina branca de Nashville que colocou um vídeo engraçado de mim mesma em uma dança num macacão. Então, as pessoas tornaram isso uma loucura. Por isso, é simplesmente insano quanto controle e poder insano é dado a você ao longo de um momento cultural, né? Eu acho que é por isso que as pessoas enlouquecem quando viram famosas.
Por estar encarregada das ideias criativas, Miley se sente mais bem equipada para explicar as tangentes de sua imaginação. Acostumada com o brilho falso da temporada de prêmios após temporada de prêmios pontuando seus anos da Disney, durante o qual ela assinou contrato com a gravadora da casa do Mickey Mouse, Hollywood Records, Miley traz testes de iluminação e temas para o palco em todos os lugares agora. Uma equipe pequena, ela selecionou pessoalmente, de sua idade, disposição e temperamento, manda as ideias direto de L.A. via e-mail para a criação de caóticos e errados novos cenários para inflamar seu instinto nas performances.
Você sabe, as pessoas ficam rindo e acham que é engraçado que eu digo que eu sou uma grande feminista, mas o que em mim não é? Eu digo para as meninas: seja quem você é. Faça a porra que você quiser.
Supervisionar o elemento prático de trazer tudo isso para a vida é por conta de Diane Martel, a produtora/diretora que causou várias controvérsias em 2013 por dirigir o videoclipe de Blurred Lines, do Robin Thicke. Incubada no inexpressível, no puro perfeccionismo da fábrica de Cinderela dos sonhos da Disney, Miley Cyrus agora gosta que tudo seja um pouco fora do comum, para apresentar uma versão do confrontante feminismo que mostra o que as irmãs malvadas passaram, também. Quando nos sentamos dois dias depois, Miley explica claramente, razoavelmente e categoricamente que não houve figuras masculinas sombrias como Svengali em seu passado, instruindo-a sobre a melhor forma de projetar a posição de sua carreira ao ápice da satisfação comercial. “Não. Existem apenas pessoas me dizendo para não fazer o que estou fazendo“, ela explica seu processo. “Eu e Diane enviamos um e-mail com exatamente o que vai ser feito. Estamos tão obsessivas-compulsivas antes de eu fazer qualquer coisa. É por isso que vai ser um pouco diferente“.
Sobre seu cabelo, dois dias depois e a palavra é: o corante ainda não saiu. A reunião dessa tarde é sobre um assunto inesperadamente emocionante no hall de entrada do estúdio do The X Factor, no noroeste de Londres. Na frente dos portões de aço do Fountain Studios, há um bando de adolescentes gritando que se reuniram para declarar seu amor por Miley Cyrus e outros hóspedes para fazer um ensaio geral no domingo, One Direction.
A primeira pessoa que eu vejo é Harry Styles saindo de um Mercedes com janelas escuras. Gary Barlow também trocou gentilezas enquanto caminhava rapidamente até seu camarim. Um mensageiro passa animadamente sobre a informação de que Kate Moss está na plateia essa noite. Sobre os chefes da Sony Records e ITV, ambos vieram para a ocasião. Em meio a toda essa bagunça, Miley Cyrus aparece através de portas giratórias usando leggings de látex, salto plataformas, um casaco de leopardo e um brinco de ouro em sua orelha esquerda. Ela está ostentando um turbante que apresenta um broche da Chanel ($4,000) na testa. “O cabelo não vai ser limpado. Ele mentiu!“, diz ela, embora pareça encantada com o chapéu improvisado por Grey Gardens e Gloria Swanson que ela estava usando para esconder o cabelo vermelho. “Você vai usar isso no palco?“, pergunta um de seus acompanhantes, indicando o turbante. Claro que vai.
Ela me acompanha até um trailer fora do estúdio, que está repleto de cheiro de maconha recém-fumada. Ela acende um cigarro e pergunta se eu gostaria de acompanhá-la para ver a banda One Direction fazer o ensaio geral, quando chegasse a hora. Parecia divertido. “Bom, você é gay“, respondeu ela. Não há ninguém com tédio na sexta-feira. Nas horas antes da apresentação, ela estava focada, alerta, pronta. Seu fluxo de conversação é rápido, agudo e não editado.
Seu raciocínio por trás de ser transparente com seus hábitos não fazem parte de sua coisa punk. A maconha agora é legal na Califórnia, de qualquer forma. “E não era como se fosse o Teen Choice Awards“, ela diz sobre o EMA. “Ok, neste momento, quantas vezes você já me viu fumar um baseado? Eu fumo maconha, e não me importo se você tirar uma foto de mim. É isso aí, sabe? Por que as pessoas vão continuar falando sobre isso se você é honesta?“.
Miley Cyrus rapidamente se estabeleceu na consciência popular como a estrela pop mais polêmica de sua era. Isso não era para ser assim. Ela nasceu Destiny Hope Cyrus em 23 de Novembro de 1992. O nome “Miley” foi uma derivação de ‘Smiley‘, um apelido dado por conta de seu temperamento infantil alegre. Ela nasceu apenas depois que seu pai, a estrela country de Nashville Billy Ray Cyrus, tinha desfrutado de um sucesso global com o irreprimível Achy-Breaky Heart. “Meu pai me disse que quanto mais você pisar na merda, mais ela fede. Então não dar a mínima, basicamente. Essa é a maneira de ele dizer isso“. Miley começou a fazer testes para trabalhos na televisão aos 11 anos. Ela foi suspensa pela primeira vez após retornar de uma viagem de filmagens no Canadá. “Eles me colocaram na ISS [suspensão escolar] e você tem que se sentar na sala do diretor e fazer o seu trabalho na frente de todos“.
O que ela fez? “Eu estava explicando um beijo francês para toda a classe. Eu vestida de Afrodite. Eu estava tipo ‘Eu sou a rainha do sexo! Eu amo ter filhos, bebês bebês bebês’ – tudo isso embrulhada em uma toalha. Chamaram meus pais e falaram tipo ‘Ela está fingindo ser Afrodite’, porque estava em uma aula de grego sobre mitologia, e de repente, eu estava toda vestida e fiz um vídeo. Isso foi realmente hilário. Eu tive que beijar um garoto num programa de TV, então eu voltei e eu estava tipo ‘Isso é tudo o que importa. A língua fica aonde deve‘.
A ironia de ela ser suspensa por explicar como usar a língua não está perdida na cantora. “Eu sei, é muito ridículo“. Ela não tem ideia do quão longa sua língua realmente é. “É isso“, diz ela, colocando a língua para fora. “Mas eu não posso tocar meu nariz. Isso não é estranho?“.
Aos 13 anos ela conseguiu o papel principal em Hannah Montana, um oportuno encontro de celebridades para o Disney Channel e uma realidade de culturas para as crianças. Miley interpreta Miley Stewart, uma estudante comum ao dia que leva uma vida dupla como Hannah Montana, a sensação pop, à noite. Ela ganhou seu primeiroTeen Choice Award como estrela revelação em 2006 e se estabeleceu rapidamente como um novo ídolo para a ‘psique americana júnior’. “Hannah Montana: O Filme”, estreou com grande sucesso em 2009, faturando 174.360.95 dólares em sua semana de estréia. Ela não assistiu o primeiro episódio de Hannah Montana quando foi ao ar . “Eu não sei o porquê. Eu fico com vergonha?” Sua irmãzinha Noah , 12, tem assistido reprises da franquia recentemente. “É incrível, mas é estranho porque não se parece comigo. Eu não posso nem imaginar o que estava na minha mente quando eu estava fazendo aquilo. Eu gosto de pessoas secas e sarcásticas. Em um programa infantil é tão o oposto, é tão físico.
Como promo para o filme, ela foi fotografada nua por Annie Leibovitz para a Vanity Fair, a primeira vez que Miley tirou a bainha da controvérsia. “Eu nunca tomaria nada disso de volta, mas o que eu retiraria é que eu me desculpei.” Sua equipe na época fez questão de um pedido de desculpas aos fãs. “Tipo, por que diabos eu tive que publicar um comunicado dizendo que eu estou arrependida por ter sido fotografada por Annie Leibovitz?” Sua resolução parece ter esquentado naquele momento.
Para Miley, o problema com Hannah Montana foi que a idéia de feminilidade apresentada parecia “repetitiva”. Sobre este assunto, ela é hipnotizante. “Acho que isso é o que as mulheres são ditas pra ser, e eu acho que eu estava apenas seguindo isso porque eu tenho um estilista, uma maquiadora e um cabeleireiro e é isso que eles são ensinados a ser. Isso não é bonito.” Ela também tinha apenas 13 anos quando todo esse aparato de feminilidade começou a ser aplicado. “Eu não quero que as pessoas achem que eu sei mais do que elas, mas eu sempre digo às pessoas que isso não é um concurso. Deixe-me ser como eu sou e não vamos fazer disso sobre ser melhor que o outro com o vestido, o cabelo, a maquiagem ou o que quer que seja. É tão ridículo como as premiações se tornaram. Eu prefiro me preocupar em ser bonita na vida real do que no tapete vermelho. Na vida real? Isso é quem você é. Quem é que quer ir para casa e tirar o seu cabelo? Tirar seus cílios? Tirar seus peitos? Tire seu lindo vestido e você é chato e entendiante. Sabe?
Seu contrato estava com a Disney antes de ela decidir em filmar a última temporada de Hannah Montana, mas ela decidiu assinar. Seus fãs mereciam um final apropriado para Hannah. “Eu só achei melhor que em vez de, você sabe, irritar todas essas pessoas que realmente me amavam, deixe-me fazer isso por eles e fazer todos estes episódios. Eles terão um ano para se divertirem e eu posso ir me descontrair e aprender a ser um ser humano.
Depois de gravar o episódio final, ela encontrou a válvula de pressão de seu sucesso. “Quando você tira dois anos de folga, depois de um tempo os paparazzi diminuem e as pessoas meio que se acalmam e eu podia simplesmente andar por LA.” Ela começou a passear pela loja Chuck’s Vintage em Melrose Avenue, aconselhando os clientes japoneses sobre as melhores peças de Ralph Lauren. Tem uma sessão de Polaroids em topless do momento, ela realmente se libertando na cidade. Ela ouviu a música que ela queria ouvir e cuidou de seus próprios assuntos. Ela estava com um namorado fixo, o ator australiano Liam Hemsworth, apenas alguns anos mais velho que ela. Eles ficaram noivos.
“Eu nunca falei mal de ninguém”, diz Miley . “Eu não vou fazer isso.”
Miley Cyrus parecia exatamente como se ela voltaria de sua jornada pós- Hannah Montana da mesma forma dos contemporâneos, princesas de Nashville modernas, Taylor Swift e Kacey Musgraves, facilitando seu caminho para o mercado adulto por escoltar cuidadosamente os pré-adolescentes junto com eles. “Oh, eu não conseguiria”, diz ela. “Eu nunca fui assim. Não é uma coisa ‘Shania’ de jeito nenhum. Eu só queria saber o que a vida é. Eu tinha alguém para me vestir todos os dias desde que eu tinha 13 anos. Eu tinha 11 anos quando comecei a fazer audições, 13, quando eu estava realmente fazendo isso e 18, quando estava tudo feito.
Sua liberdade recém encontrada combinava com ela. Ela optou por sair da Hollywood Records e começou a fazer musica para sua própria satisfação, fora de qualquer controle de gravadora. “Eu sou uma pessoa espiritual, mas não sou uma pessoa religiosa. Eu acho que há algumas coisas no mundo que podem fazer você acreditar em Deus e eu realmente acho que cantar é uma delas. Nunca há um momento em que eu me sinta infeliz cantado.” A primeira canção que ela gravou para o Bangerz, o primeiro álbum em que ela estava no controle, foi a balada esotérica de abertura ’Adore You’, uma canção que lembra momentos mais langorosos de Frank Ocean no Chanel Orange. Miley a escreveu na Filadélfia com a cantora de R&B Stacy Barthe, “que é foda. Ela foi na verdade quem me fez querer cortar o meu cabelo. Eu estava lá sentada e olhando para ela e eu estava tipo, “Você gosta de ter a cabeça raspada?” E ela disse: “V*dia, eu estou sempre mostrando o rosto. Sim. Sim. Quando você tem esse corpo, você tem que mostrar esse rosto.” Barthe estava no meio de uma dieta, tentando perder 45kg para conseguir lançar seu próprio álbum. “Quando eu não tinha mais o cabelo, eu me senti como, oh, eu posso jogar agora. Acho que as pessoas deveriam ser quem elas são. É por isso que hoje no The X Factor eles estavam tipo: “O quê? Você não vai usar maquiagem?” E eu disse: “Não, eu quero lavar meu rosto e não fazer nada”, porque é muito comum no X Factor estar glamurosa e com suas meias de patinadora de gelo debaixo do seu vestido. Eu não preciso dessas coisas. Façaa sua merda. Nossa vibração precisa ser um pouco caótica e um pouco fora e um pouco menos séria. Acho que as pessoas deveriam ser quem elas são.
Em 1850, o autor norte-americano Nathaniel Hawthorpe escreveu ‘A Carta Escarlate’, sua obra-prima histórica situada no século 17 em Salem. Nele, sua heroína Hester Prynne é marcada com a letra ‘A’ depois de conceber uma criança através de um caso de adultério. Toda a cidade assiste a humilhação pública de Hester. Ao longo do livro, ela assume o manto de um emblema para o puritanismo do estranho moral da comunidade e da hipocrisia evidente. Sempre me surpreende que o livro não é referenciado mais no divisionista debate feminista contemporâneo sobre o ato de chamar as mulheres de “p*ta”. A analogia com a reação do público sobre a performance de Miley no VMA em 25 de agosto de 2013, é muito parecida para não se mencionar. Uma citação ficou na minha cabeça quando o re-li como uma forma de pesquisa antes de conhecer Miley. Realmente, há tantos boletins de fofocas que você pode percorrer, sem buscar um contexto mais rico, mais amplo. “Ela era a infâmia comum”, diz Hawthorne de Prynne, “em que toda a humanidade foi convocada para apontar seu dedo.
Essa é você?
Certo, uh- huh, exatamente” Ela não vai ser arrastada para brigas pessoais com indivíduos que se jogaram publicamente no ring para criticar suas performances: A carta aberta de Sinead O’Connor, o vídeo de Lily Allen, toda a campanha de marketing introduzindo a jovem cantora da Nova Zelânda, Lorde, para o mercado global, aparentemente sendo construída sobre o momento de oposição e oportunista de simplesmente não ser a Miley Cyrus. “Eu nunca falei mal de ninguém“, diz Miley. “Eu não vou fazer isso.” O que ela vai fazer é defender o seu próprio canto na porta da sexualidade jovem feminina, que ela abriu direito. “Sabe, eu acho que a minha coisa toda e o que eu tenho incentivado, é apenas que “eu estou sendo eu mesma.” Eu não acho que eu sou nada. Eu sei que é besteira e é por isso que eu não penso sobre isso, porque eu sinto que estou realmente fazendo alguma coisa. Eu estou falando com a minha geração jovem.” Ela colocou sua mensagem para fora outra vez. “Não dou a mínima. Seja você, ao máximo.
Ela mantém seus pensamentos vindo rápido, intensos e impenitentes. Sua resistência é estonteante. Ela sabe que as críticas feitas sobre ela são em grande parte idiotas. “O que é mais louco para mim, e isso é loucura, é que sexualidade ainda é algo muito ofensivo. As crianças precisam saber sobre sexualidade. Garotas precisam ficar confortáveis com isso. Você sabe, as pessoas riem e acham que é engraçado porque eu disse que eu era feminista, mas o que sobre mim não é? Eu falo ‘Garotas, sejam quem vocês são. Façam o que vocês quiserem fazer.
Ela não acha que as críticas sobre sua transição vêm diretamente de pessoas que não querem que sua princesa da Disney seja mimada dessa forma. “Eu acho que é só porque não há outra pessoa fazendo a mesma coisa, então como eu sou a única, eles pegam pesado. Eu também faço meu trabalho de uma forma com muito menos glamour e as pessoas acham que deveria ser sexy.” Quando você começa a pensar em Miley como uma lição, ela começa a assumir um certo peso e significância. “Eu vou estar de roupas íntimas, mas não uma da Victoria’s Secrets com meu cabelo comprido e cheia de maquiagem. A sensação é maior; mesmo voltando ao punk, acho que tem algo sexy nisso.
Algumas frases da época em que ela interpretava Hannah Montana e promovia a série são reprisadas sobre ela. “As pessoas sempre falarão ‘Em um certo momento, você usava um anel de castidade e dizia que não faria sexo até o casamento.’ Isso era tipo uma mania.” Ela cresceu. “Muitas crianças ouvem seus pais falando ‘Miley é isso, Miley é aquilo’. Mas aí eles me conhecem. E eu acho que crianças são os maiores detectores de coisas erradas, porque eles sabem que eu não estou fazendo isso para vender a porra do meu CD. Não é pra essas merdas que eu ligo. Eu não vou sentar aqui e falar quanto meus álbuns venderam. Eu nem sei quantos foram vendidos. Eu sei que vende bastante, mas não sei quanto porque não me importo com os números.
Em direção ao fim da entrevista, Miley Cyrus nos conduz a algo como seu mantra. “Eu acho que você pode escolher ser feliz e viver a vida de uma maneira positiva ou não. Eu vejo pessoas que são muito estressadas e cheias de pensamentos negativos, e eles nem ao menos sabem que são pessoas negativas. Eles apenas falam pequenas coisas negativas durante todo o dia e eu percebo que pequenas coisas negativas também acontecem com eles durante todo o dia. Mesmo que a vida só me mande merda, eu tento dar a volta por cima, sorrir e encontrar algo engraçado sobre isso.
A noite da performance do X Factor sai perfeita. Se o propósito de Miley foi confundir e confrontar a sabedoria recebida e léxico visual da fama pop contemporânea, ela arrasou. Ela canta brilhantemente uma música brilhante. Ela nunca quis começar uma guerra. Ainda assim na manhã seguinte, as manchetes tiveram dificuldades em encontrar um banner desse dia, mesmo ela sendo a mulher mais pesquisada no Google. Os sites optam pelo literalismo: ‘Miley Cyrus realiza performance no The X Factor usando um turbante’ Infelizmente, a estrela falhou ao se rebelar”, lamenta o Daily Mail online.
Miley adicionou em seu Twitter: “Dane-se se você faz, dane-se se você não faz.
Nós nunca pudemos ver um ensaio do One Direction. No lugar disso, Miley me mostrou algumas fotos no seu celular de ideias para a turnê que ela vai fazer na América do Norte e espera levar para todo o mundo nos próximos anos. Ela está ansiosa para se juntar com Sky Ferreira. “É muito maneiro,” Miley fala sobre Sky se juntar à ela. “Tem algo sobre ela usando Saint Laurent com suas meias sem combinações que combina comigo. Eu acho que a maioria das garotas… Ok, eu sempre fui uma daquelas garotas que não gosta de garotas. Sky também é. Não é que eu não goste, mas meninas conseguem ser muito falsas. Sky não é falsa e eu também não, então eu adoro ter uma garota que é realmente genuína. Se algo é uma merda ela vai ser sincera e falar ‘Isso é uma merda’.
O mais novo plano neste ponto é para elas fazerem um dueto de Hole e Stevie Nicks durante o show. Miley e Sky possivelmente são as estrelas do pop que mais aprenderam com a audácia de Courtney Love, junto com o holofote impecável de Madonna. “Nós duas estamos em um ponto da nossa vida onde sentimos que precisamos pegar a estrada e experimentar a música novamente. Não pensar sobre gravadoras, não pensar sobre singles, não é nem sobre vender álbuns. Sky era aquela que eu realmente queria que viesse comigo porque eu não quero ficar sozinha quando eu estiver em sei lá, Oklahoma. Eu quero estar com Sky.
Miley e Sky são a primeira geração de popstar que viu Britney Spears raspar a cabeça em um salão em Santa Monica, mas isso não foi um momento de loucura e sim a primeira vez que ela lutou contra o controle visual de Barbie no século 21. Miley compara sua amizade com Joan Jett e Cherie Currie de nos dias de ouro do The Blackhearts. “Eu acho que é divertido brincar com isso.
Quando ela terminou com seu noivo, Miley não sabe onde está o anel de noivado. “Eu não sei. Acho que está no meu chuveiro.” Ela não parece perturbada ao falar sobre isso. “Nós ainda nos falamos. Eu estava com ele desde que eu tinha 16 anos e nada vai mudar isso. Eu estive com esse cara o tempo inteiro e se nada desse certo eu ainda posso sorrir e amá-lo e ele pode me amar e isso é ótimo, é o modo que deve ser. A vida é muito pequena. Se um dia alguém que você ama for chamado, e que Deus não deixe isso acontecer, mas se a pessoa um dia não estiver mais entre nós, a única coisa que você não quer é pensar que você deixou seu ego ficar na sua frente. Se você ama alguém, diga a ele que você o ama. Se você quer ser amigo de alguém, se torne amigo. Não ligue para o que as pessoas falam. Quebre as regras, é divertido e você vai se lembrar disso. Você não vai se lembrar dos momentos em que você estava sentado na sala de aula e não escreveu aquele nota para um amigo que você queria escrever. Você vai se lembrar do dia em que você entrou em problemas porque estava trocando bilhetinhos com seu amigo. É tudo que eu me lembro da minha época de escola. Eu me lembro das coisas boas que eu tenho que lembrar – e aí eu lembro de mim de castigo, mas eu só lembro porque fiz algo divertido. Ser suspenso quando você é uma criança é muito legal porque você tem histórias pra contar. Se meter em problemas é o melhor.
Fonte | Tradução: Equipe MileyBR.com
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